Brincos Para Bebê

Brincos de Bebê: Mitos e Verdades

 

A tradição das joias infantis está presente há séculos. A famosa pulseirinha colocada nos

recém-nascidos se tornou tradição e símbolo de proteção, mas os brincos para bebê sempre

causaram polêmica. São inúmeras as dúvidas que giram em torno desse assunto, e existem

diversas opiniões diferentes sobre qual momento da vida da criança é mais adequado para

realizar o procedimento. Outra questão pertinente é onde levar o bebê para realizar o furo.

Além da escolha do brinco, que é importantíssima, e por isso causa muitas dúvidas.

O brinco costuma ser a primeira joia que uma menina ganha. Representando a primeira marca

da vaidade feminina. Isso ressalta ainda mais a importante e cuidado ao realizar o furo na

orelha do bebê. Por isso, as proporções do brinco, o material, tamanho, formato, fecho, peso e,

os cuidados pré-realização e pós-realização do furo nas orelhinhas do bebê são extremamente

necessários.

Buscando ajudar as mamães nesse momento importante na vida de seu bebê, procuramos

responder algumas questões pertinentes para auxiliá-las. São elas:

Quando furar a orelha do bebê?

O momento certo para furar a orelha do bebê é uma das questões mais complicadas para as

mães de menina. Desde os primeiros momentos de vida da criança os familiares já começam a

indagar essa questão. Não existe uma idade certa para furar as orelhas do bebê. É

recomendado esperar a primeira consulta ao pediatra para que ele possa dar a melhor

orientação. Mas quanto mais novo o bebê, mais fina é a cartilagem da orelha, ou seja, menos

dor ele vai sentir.

 

Qual o lugar mais adequado?

Escolher um lugar confiável é fundamental. É difícil encontrar um hospital ou maternidade que

furem as orelha do bebê. Mas o furo pode ser feito em farmácias, que no geral, são equipadas

com materiais de boa qualidade. Antes de escolher o local para colocar os brincos no bebê é

importante conferir se o mesmo está autorizado pela Anvisa a realizar os procedimentos. É

preciso verificar a higiene do local e se o procedimento está sendo feito com brincos estéreis.

Além disso, a escolha do brinco é importantíssima.

 

Qual a pessoa mais adequada para realizar o procedimento?

O procedimento deve ser realizado por pessoas habilitadas, como farmacêuticos, enfermeiras,

ou até mesmo os médicos. A pessoa escolhida precisa ter noções de assepsia e saber

posicionar corretamente o local dos dois orifícios no lóbulo da orelha do bebê. A esterilização

dos materiais utilizados é fundamental para evitar infecções.

 

Quais os cuidados necessários após o furo?

Escolhido o momento, lugar e pessoa mais adequada para realização do furo na orelha do

bebê, o próximo passo são os cuidados. É importante se atentar aos sinais de inflamação,

dores e secreções. Caso um desses problemas ocorra, é preciso retirar os brincos

mediatamente e limpar com álcool. Se não houver inflamação, o brinco pode ser mantido. É

preciso tomar algumas precauções na hora do banho e ter alguns cuidados de higienização.

Recomenda-se que brincos não sejam retirados da orelha do bebê por alguns dias e que, por

seis semanas, seja realizada a limpeza do local pelo menos uma vez por dia com álcool 70%.

Na hora do banho, após a lavagem dos cabelos do bebê, é preciso secar bem o local do furo,

limpando os brincos para que não fique cheio de resíduos.

 

Pode ocorrer alguma reação alérgica no bebê?

A escolha do material é importantíssima, pois alguns elementos podem causar reações

alérgicas no bebê. É mais recomendado que os brincos sejam de ouro ou platina. Outros

metais não são indicados, por ter grandes chances de causar alergias, pois tem outros

elementos misturados em sua liga. Em caso de suspeita de alergias nas orelhas do bebê, é

preciso buscar orientação médica rapidamente. O uso dos brincos deve ser suspenso nos

momentos que antecederem a consulta, e posteriormente caso recomendado.

 

Qual o melhor modelo de brinco para bebê?

A escolha dos brincos é muito importante. O acessório deve ser pequeno, para que não haja

risco de machucar o bebê ao se enganchar em roupas, toalhas e cobertas. A tarraxa precisa

cobrir toda a parte traseira do brinco e, preferencialmente, ter uma ponta arredonda por fora,

que proteja a pele do bebê para que não seja machucada pelo pino do brinco. Para uma maior

orientação, separamos algumas dicas para escolha do melhor brinco para o bebê:

 

1. Material dos brincos:  A primeira coisa a se escolher é o material dos brincos. A pele do

bebê é muito delicada e não está isenta de possíveis alergias. Os brincos que contêm níquel

podem causar alergia e urticária. O melhor material para os brincos do bebê é o de ouro

(amarelo, branco, rosa, ou preto) e a prata, pois são metais nobres. Esses metais têm menos

chances de causar alergia, pois são puros. Além disso, é importante que os brincos sejam

hipoalérgicos.

 

2. Formato dos brincos: O recém-nascido passa a maior parte do dia dormindo, por isso o

formato correto dos brincos é essencial. Para isso, a escolha deve ser sempre brincos bem

pequenos e arredondados para que fiquem bem coladinhos na orelha. É importante que o

brinco não tenha formas com arestas, como as estrelas, nem que tenham acessórios

pendurados, e por isso o melhor brinco é o plano.

 

3. Tamanho dos brincos: Recomenda-se que os brincos sejam pequenos para não

incomodar os bebês. Se os brincos forem grandes há risco do bebê puxar e se machucar.

 

4. Fecho dos brincos: O melhor fecho para os brincos do bebê é de rosca, pois é mais

seguro e não corre o risco do bebê arrancá-lo. Os fechos de plástico ou rosca de pressão com

plástico também são bons. A tarraxa precisa cobrir toda a parte traseira do brinco, de forma

que proteja a pele do bebê para que não seja machucada pelo pino do brinco.

 

5. Peso do brinco: Se o brinco pesa muito, a orelha do bebê pode ferir e o furo vai

abrindo. Por isso o material não pode ser pesado. Quanto mais simples o brinco, mais leve e

melhor para o bebê.

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